TEATRO
sáb 18h00 | 90 min. | m/ 12 anos
SubPalcopreço único 3,50€ // descontos não aplicáveis
Online no Teatro Viriato e no Teatro Municipal do Porto / Rivoli
O universo vegetal torna-se tangível, não a partir do ativismo ambiental mas de um modo oblíquo. O monólogo polifónico da incrível Marcela Salinas alimenta-se a si e de si próprio como um loop sobreposto, construído em camadas. Revista Ñ, Argentina
Se aceitarmos que as plantas têm outras formas de pensar, sentir e comunicar, outra forma de consciência e outra noção de tempo, talvez possamos avaliar as nossas próprias noções do que é pensar, sentir, ser, comunicar, transformar e ser consciente.
"Estado vegetal" gira em torno de um diálogo impossível entre seres humanos e plantas. Um diálogo fracassado com a natureza, que é talvez o nosso monólogo mais inato. A protagonista é uma mulher, que não é um indivíduo, mas uma multidão, um enxame.
Este não é um trabalho animal, é um trabalho vegetal. Um monólogo polifónico, ramificado, exuberante, repetitivo, divisível e séssil.
O espetáculo é desenvolvido com base no pensamento revolucionário de filósofos como Michael Marder e neurobiologistas como Stefano Mancuso. Procura investigar novos conceitos como inteligência vegetal, alma vegetativa ou comunicação vegetal, assim como as suas influências em processos criativos.
> Folha de sala
SubPalcopreço único 3,50€ // descontos não aplicáveis
Online no Teatro Viriato e no Teatro Municipal do Porto / Rivoli
O universo vegetal torna-se tangível, não a partir do ativismo ambiental mas de um modo oblíquo. O monólogo polifónico da incrível Marcela Salinas alimenta-se a si e de si próprio como um loop sobreposto, construído em camadas. Revista Ñ, Argentina
Se aceitarmos que as plantas têm outras formas de pensar, sentir e comunicar, outra forma de consciência e outra noção de tempo, talvez possamos avaliar as nossas próprias noções do que é pensar, sentir, ser, comunicar, transformar e ser consciente.
"Estado vegetal" gira em torno de um diálogo impossível entre seres humanos e plantas. Um diálogo fracassado com a natureza, que é talvez o nosso monólogo mais inato. A protagonista é uma mulher, que não é um indivíduo, mas uma multidão, um enxame.
Este não é um trabalho animal, é um trabalho vegetal. Um monólogo polifónico, ramificado, exuberante, repetitivo, divisível e séssil.
O espetáculo é desenvolvido com base no pensamento revolucionário de filósofos como Michael Marder e neurobiologistas como Stefano Mancuso. Procura investigar novos conceitos como inteligência vegetal, alma vegetativa ou comunicação vegetal, assim como as suas influências em processos criativos.
> Folha de sala
Informação adicional
Direção Manuela Infante Dramaturgia Manuela Infante e Marcela Salinas Interpretação Marcela Salinas Design Rocío Hernández Produção Carmina Infante Adereços Ignacia Pizarro Vozes gravadas Pol del Sur Tradução Bruce Gibbons, Alex Ripp e British Council Chile Coprodução NAVE - Centro de Creación y Residencia Fundación Teatro a Mil